segunda-feira, 1 de junho de 2009
Fotografias de Criciúma
O programa de entrevista do Vini
O programa de entrevista do Vini
Os cantores malas
Os cantores malas direto de Criciúma-SC
domingo, 31 de maio de 2009
Raiva Jurubeba
raiva jurubeba ou brincadeira sem graça
O domingo
É corriqueiro o domingo receber dois tratamentos; um como tedioso dia de descanso, o segundo como o dia deprê por conta de que não existem opções para diferentes atividades dominicais.
Os últimos domingos da minha vida tem sido diferentes, felizmente o dia deprê tem ficado longe e o dia de descanso é longe de ser um dia tedioso. Na minha memória os domingos como os últimos são inexistentes, um dia da semana onde o carinho, o afeto e o amor se fazem presente.
O problema é que o domingo de hoje tem tudo para ser um tedioso dia de descanso ou um dia deprê, isso por não tá dividindo o mesmo domingo lado a lado com Esperanza. Ao menos é a sensação nesse quarto de hotel em Tubarão, onde não existe nada além d`uma chuvinha filhadaputa, uma programação horrível na televisão e cinco horas de estrada para tá com Esperanza e somente quarta-feira para aniquilar a saudade.
foto: autoretrato - na escuridão - dos corações num domingo. p.s a data na foto tá errada.hehehe
sábado, 30 de maio de 2009
O prazo do humor ou Vini mentiu
Hoje o Vini falou que a validade do meu humor passou, ou seja, já estou uma pessoa intragável, um insuportável, um ser humano impossível de ficar no mesmo ambiente.
Bem, ele mentiu!!!
A prova é que são 00:38 e to no quarto dele no Hotel.Viu, o Vini mente ou vou ganhar o prêmio chatão da viagem.
(a postagem é uma brincadeira, é melhor explicar)
Um aperitivo dos Malas
Um pequena dose do Proibidão dos Malas
Os Malsartes encantados com a liberdade - Brusque.
Viva a Liberdade!!!
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Os sebos nas estradas
A primeira parte da viagem com a peça Histórias de “Malasartes” saí de Joinville para Lages passando pelo oeste catarinense indo para Caçador, Rio do Sul, Canoinhas, Joinville e Jaraguá do Sul.
O tempo não foi suficiente para conhecer mais as cidades, somente os trajetos de hotéis para teatros, auditórios e escolas, o máximo foram breves caminhadas pelas quebradas dos lugares citados. Infelizmente, livrarias e sebos também não estiveram presentes nos meus roteiros.
Hoje estou na segunda parte da viagem e to p da vida com a televisão ligada e o Vascão perdendo por um a zero do Curintinha da Amanda. Estou deitado na cama com o pc no colo e alguns livros ao meu lado.
Os livros são frutos do consumo em Sebos de Blumenau e de Itajaí, onde felizmente sobrou um tempinho para o tão gostoso consumo.
Em Blumenau fui num sebo na frente da nossa hospedagem, o Hotel Glória, lá encontrei dois livros.
O primeiro foi Poemas dos becos de Goiás e estórias mais, de Cora Coralina, segundo a própria autora “Este livro: Versos...Não. Poesia...Não. um modo diferente de contar velhas estórias.” , ainda não li, somente folhei e gostei da doçura das palavras, ainda mais por tratar de um tema que tenho fixação, a cidade.
[ gol de empate do Vascão ]
“Rádio Guerrilha”, de Mattew Collin, é o nome da segunda compra em terras blumenauenses. O livro foi lançado por aqui em 2006, desde então desejo ler e somente hoje tenho jogado na cama do Hotel, ainda mais pelo valor de R$ 15,00. A Sérvia em guerra com todo sofrimento causado pelo poder nefasto do Milosevic, levou jovens a organizarem a rádio B92, onde rock, cultura jovem passaram realizar um canal radiofônico de expressão da resistência. A leitura promete.
Já em Itajaí, as compras com o tema cidade vieram mais uma vez à tona. Por apenas R$ 2,00 comprei Ô Copacabana! do escritor carioca João Antônio. Tenho pouco conhecimento do autor, é um escritor urbano, onde a cidade do Rio de Janeiro é o cenário e todo cotidiano daqueles marginais que a sociologia tenta explicar se tão por conta das desigualdades ou por opção ou por uma terceira questão e assim vai. João Antônio deve usar a abusar da literatura para interpretar os diferentes rostos do cotidiano da cidade.
O clima “noir” está em dois livros: A dama do lago, de Raymond Chadler, e A Dália Azul, sendo uma leitura de história em quadrinhos do Filipo Scózzari na obra clássica do Raymond Chadler.
Cidade como tema e um clima “noir” conectados, ao menos nas leituras, são elementos que gostaria de sustentar na minha escrita, o que tá longe de realizar, já que não tenho uma mente criativa para a invenção da literatura.
O que me resta é levar o peso na mochila, presentear Esperanza com o livro da Cora Coralina e deixar os livros guardados na minha estante e quando me sentir a vontade tirar um e ler.
- a foto é do vini -
Itajaí, Tijucas e Laguna
Eu não to com paciência para selecionar fotografias ou escrever por aqui, aí vai uns registros mais ou menos.
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Palavras do Vini sobre as apresentações de Itajai
“Dia difícil! As apresentações de hoje nos fazem refletir sobre a inserção da arte na realidade escolar e na mediação que deve ser feita para a formação dos alunos como público. E mais além, na formação dos professores enquanto público e multiplicadores da forma como se portar num espetáculo teatral. Sem querer ser duro e nem generalista mas, arrisco dizer que as situações vividas hoje extrapolam a falta de contato com a arte, mais especificamente, o teatro, para se resumir em descaso e desrespeito com o fazer teatral e o artista. É muito compreensível que os alunos dirijam-se agitados ao teatro por condicionantes peculiares à idade, fazendo brincadeiras, falando alto, ou mesmo interrompendo o evento com gracinhas e outros gestos, mas isso não é nada sem solução. Bem pelo contrário, o diálogo e o contato com o teatro vão proporcionando aos poucos o comportamento tido como ideal. No entanto, quando os alunos não tem nos professores um referencial do mínimo respeito que se espera com relação a artistas que se esforçam para oferecer o melhor para o seu público, a experiência a que o teatro se propõe a ser acaba se dissolvendo em algo insignificante e desinteressante para os próprios alunos. Por vezes defendo a visão romântica do trabalho do ator como uma entrega ao público daquilo que lhe é mais precioso, do ator a serviço do publico, mas apenas no sentido de que devemos estar cada vez mais desprovidos das vaidades do “eu” para fazer o teatro para o outro, para o público. Isto, no entanto, não autoriza ninguém e destratar os artistas como se estes estivessem sujeitos à mais fria versão da relação patrão-empregado. Digo isso porque hoje havia professores e coordenadores entrando e saindo no meio do espetáculo, colocando móveis na sala da apresentação simultaneamente à peça, mostrando a sala para visitantes da escola, permitindo a entrada de alunos no meio da peça, destratando alunos que só queriam assistir à peça com conforto e como se isso não fizesse a menor diferença para quem estava suando no palco e nos bastidores. Depois do desabado não posso deixar de registrar aqui que nem tudo foi perdido. Fora os contratempos, havia muita gente dentro da peça, até mesmo professores. Então, o teatro aconteceu hoje em duas sessões, ficou estabelecido um belo diálogo entre nós e o público, ambos entregues mutuamente. É preferível então carregar conosco a imagem dos olhos atentos e sorrisos abertos da criançada e da professorada que tava a fim de ouvir as histórias do bom malandro. Parte da minha família estava presente lá, o que me deixa feliz em compartilhar com ela algo tão importante pra mim, o universo teatral. É isso, como diz o Maikon, num de seus surtos filosóficos, “bola pro mato que o jogo não é de campeonato”. Vamos
Vini, ator e membro da CIA Rustico Teatral
Eu - Maikon K - tirei a foto.
Clicando aqui tem uma coisinha que escrevi inspirado no dia de hoje.
terça-feira, 26 de maio de 2009
Registros de Brusque
um dia a casa caí e as riquezas serão socializadas.
O autor das fotos sou eu (Maikon K)
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Palavras do Vini sobre as apresentações de Blumenau
"Vindos de uma pausa providencial para descanso e reencontro com a família, amigos e namoradas, hoje, em Blumenau, fizemos duas apresentações muito importantes para avaliação do que já realizamos e para projeção do que ainda temos pela frente nesta turnê. A primeira apresentação foi para cerca de 80 crianças de
Vini, ator e membro da CIA Rústico Teatral.
A fotografia o autor fui eu (Maikon K)