Mais uma sessão de tortura para o casal boboca que não foi.
terça-feira, 7 de julho de 2009
Tortura II
Mais uma sessão de tortura para o casal boboca que não foi.
quinta-feira, 2 de julho de 2009
sábado, 6 de junho de 2009
Estacionado
Depois de quatro mil quilômetros pelo estado de Santa Catarina estou estacionado na cidade. Agora, preciso correr com os trampos em sala de aula para no dia 31 de junho mais uma vez cair na estrada. Agora nada de teatro, é uma viagem com Esperanza por terras fluminenses.
Eu devo voltar aqui e publicar escritos sobre os dias na estrada com o teatro.
domingo, 31 de maio de 2009
O domingo
É corriqueiro o domingo receber dois tratamentos; um como tedioso dia de descanso, o segundo como o dia deprê por conta de que não existem opções para diferentes atividades dominicais.
Os últimos domingos da minha vida tem sido diferentes, felizmente o dia deprê tem ficado longe e o dia de descanso é longe de ser um dia tedioso. Na minha memória os domingos como os últimos são inexistentes, um dia da semana onde o carinho, o afeto e o amor se fazem presente.
O problema é que o domingo de hoje tem tudo para ser um tedioso dia de descanso ou um dia deprê, isso por não tá dividindo o mesmo domingo lado a lado com Esperanza. Ao menos é a sensação nesse quarto de hotel em Tubarão, onde não existe nada além d`uma chuvinha filhadaputa, uma programação horrível na televisão e cinco horas de estrada para tá com Esperanza e somente quarta-feira para aniquilar a saudade.
foto: autoretrato - na escuridão - dos corações num domingo. p.s a data na foto tá errada.hehehe
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Os sebos nas estradas
A primeira parte da viagem com a peça Histórias de “Malasartes” saí de Joinville para Lages passando pelo oeste catarinense indo para Caçador, Rio do Sul, Canoinhas, Joinville e Jaraguá do Sul.
O tempo não foi suficiente para conhecer mais as cidades, somente os trajetos de hotéis para teatros, auditórios e escolas, o máximo foram breves caminhadas pelas quebradas dos lugares citados. Infelizmente, livrarias e sebos também não estiveram presentes nos meus roteiros.
Hoje estou na segunda parte da viagem e to p da vida com a televisão ligada e o Vascão perdendo por um a zero do Curintinha da Amanda. Estou deitado na cama com o pc no colo e alguns livros ao meu lado.
Os livros são frutos do consumo em Sebos de Blumenau e de Itajaí, onde felizmente sobrou um tempinho para o tão gostoso consumo.
Em Blumenau fui num sebo na frente da nossa hospedagem, o Hotel Glória, lá encontrei dois livros.
O primeiro foi Poemas dos becos de Goiás e estórias mais, de Cora Coralina, segundo a própria autora “Este livro: Versos...Não. Poesia...Não. um modo diferente de contar velhas estórias.” , ainda não li, somente folhei e gostei da doçura das palavras, ainda mais por tratar de um tema que tenho fixação, a cidade.
[ gol de empate do Vascão ]
“Rádio Guerrilha”, de Mattew Collin, é o nome da segunda compra em terras blumenauenses. O livro foi lançado por aqui em 2006, desde então desejo ler e somente hoje tenho jogado na cama do Hotel, ainda mais pelo valor de R$ 15,00. A Sérvia em guerra com todo sofrimento causado pelo poder nefasto do Milosevic, levou jovens a organizarem a rádio B92, onde rock, cultura jovem passaram realizar um canal radiofônico de expressão da resistência. A leitura promete.
Já em Itajaí, as compras com o tema cidade vieram mais uma vez à tona. Por apenas R$ 2,00 comprei Ô Copacabana! do escritor carioca João Antônio. Tenho pouco conhecimento do autor, é um escritor urbano, onde a cidade do Rio de Janeiro é o cenário e todo cotidiano daqueles marginais que a sociologia tenta explicar se tão por conta das desigualdades ou por opção ou por uma terceira questão e assim vai. João Antônio deve usar a abusar da literatura para interpretar os diferentes rostos do cotidiano da cidade.
O clima “noir” está em dois livros: A dama do lago, de Raymond Chadler, e A Dália Azul, sendo uma leitura de história em quadrinhos do Filipo Scózzari na obra clássica do Raymond Chadler.
Cidade como tema e um clima “noir” conectados, ao menos nas leituras, são elementos que gostaria de sustentar na minha escrita, o que tá longe de realizar, já que não tenho uma mente criativa para a invenção da literatura.
O que me resta é levar o peso na mochila, presentear Esperanza com o livro da Cora Coralina e deixar os livros guardados na minha estante e quando me sentir a vontade tirar um e ler.
- a foto é do vini -
terça-feira, 19 de maio de 2009
Caçador: uma tarde encantadora
Acabei de chegar da apresentação no SESC LER de Caçador. Os meninos, Alex e Vini, se apertaram no cenário, o público ficou colado, apagando a hierarquia do palco e transformando a apresentação num momento mágico. O meu simples papel de operar som e fotografar ganhou uma empolgação sem limite, uma alegria ao sentir à energia dos Malasartes, da Velha, dos fazendeiros, do moço Dotõ, do irmão mais velho representados por esses dois encantadores amigos. Sabe à tarde de hoje foi daquele momento que gostaria de compartilhar com as pessoas importantes na minha vida, que infelizmente estão longe daqui.
sábado, 16 de maio de 2009
Pela trilha sonora da saudade
o vídeo a seguir é um registro do caminho de Concórdia para São Miguel do Oeste. O momento é alimentando pela trilha sonora da saudade. Esperenza.
sábado, 9 de maio de 2009
22 dias de estrada
Em alguns dias vou pegar as estradas de Santa Catarina trabalhando com a peça “HISTÓRIAS DE MALASARTES - UM MALANDRO DE CORAÇÃO”. Além de mim, o cara da luz e do som, a tripulação da van será o motorista, que ainda não conheci, os atores Alex e Vini.
Eu tenho de arrumar a mala de rodinha e a mochila, por enquanto somente separei o cachecol, presente da Esperanza, o livro Dois Irmãos do Milton Hatoum, também presente da Esperanza e marquei todo o cronograma até quarta-feira, que é a data saída de Joinville rumo ao friozinho de Lages. 90% do cronograma são destinados a passar com Esperanza, ainda mais que estou com gripe e precisando de um mimo danado.
Em 22 dias de viagem por terras catarinenses o meu coração ficará na cidade, por conta disso vou tentar escrever por aqui com certa freqüência. Vou para a estrada.
a música dos preparativos da viagem.